Oh Pai, o que fizeste de nós?
Por que nos deu o pensamento?
Não vê que esse há muito já voou para o obscuro?
O rei é o mesmo bicho
Que cata na rua o lixo!
O papel tem mais valor que o coração!
O desprezo é a alma do negócio,
E os nossos jovens?
Entregues ao ócio!
Gente inválida cata lata.
Sinto-me triste só de pensar...
Não se fazem mais perguntas:
Todos tem medo das respostas .
Estamos cercados pela ignorância,
Dinheiro vale mais que inteligência.
Pergunto-lhe então
Deus, o que será de nós?
domingo, 13 de março de 2011
Aldravia.
poesia
cai
como
chuva
de
verão.
Aldravia é coisa simples. Poesia rápida, adaptando-se a vida moderna. É fácil, e tem um delicioso sabor de simplicidade. Poesia pra todo mundo, pra quem quiser escrever, quem quiser ler.
Ok, assumo que tinha certo preconceito com aldravias. Eu estranho essas “poesias’’ modernas, em que escrever uma letra ou algumas palavras de diversas formas e tamanhos é arte e faz sentido, dizem que é profundo. Ui, suspiro pra entender tamanha complexidade.
Tenho saudades dos bons tempos clássicos, e digo que meu único problema com essa nova poesia é que ela está arrastando os sonetos e sílabas métricas para muito longe de nós! Poetas, aprofundar as palavras, ir além e olhar para o passado também é legal.
Mas enfim, acho sim que essas adaptações fazem parte, mesmo porque as mudanças são fundamentais para o progresso.Porém, não devemos resumir a arte, isso é limitar. E arte não tem nada a ver com limitação.
Abraços.
cai
como
chuva
de
verão.
Aldravia é coisa simples. Poesia rápida, adaptando-se a vida moderna. É fácil, e tem um delicioso sabor de simplicidade. Poesia pra todo mundo, pra quem quiser escrever, quem quiser ler.
Ok, assumo que tinha certo preconceito com aldravias. Eu estranho essas “poesias’’ modernas, em que escrever uma letra ou algumas palavras de diversas formas e tamanhos é arte e faz sentido, dizem que é profundo. Ui, suspiro pra entender tamanha complexidade.
Tenho saudades dos bons tempos clássicos, e digo que meu único problema com essa nova poesia é que ela está arrastando os sonetos e sílabas métricas para muito longe de nós! Poetas, aprofundar as palavras, ir além e olhar para o passado também é legal.
Mas enfim, acho sim que essas adaptações fazem parte, mesmo porque as mudanças são fundamentais para o progresso.Porém, não devemos resumir a arte, isso é limitar. E arte não tem nada a ver com limitação.
Abraços.
quarta-feira, 9 de março de 2011
bobagens de domingo #2
O tempo vai passando, e os amores vão ficando cada vez mais intensos;
Penso que nunca encontrarei meu grande amor,
Sempre estarei á procura de algo maior.
Vivo e amo? Sim.
Mas acredito que o amor vai se construindo dentro da gente, e ficando sentimento mais intenso ao longo dos anos.
Não sou pobre, nem desiludida,
Meus sonhos não estão perdidos,
Só sigo pela vida:
Sei bem quem é meu bem.
bobagens de domingo #1
Pequenas bolhas de sabão,
Eu vou soprando;
Vão subindo,
Em vão,
Pelo meu céu descolorido de verão:
Você não está mais aqui comigo.
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