domingo, 29 de maio de 2011

Meu coração anda em descompasso.
Tenho desejo ímpeto de ser.

sábado, 28 de maio de 2011

Coisas do paralelo.

  As pessoas estabelecem relações paralelas umas com as outras, relações que transcendem tempo, espaço, vontade e memória. transcendem sem feri-los.
  Alguns dizem que é coincidência; acho que esses têm medo dessas relações, pois são mais fortes que tudo.
  Nesse paralelo, acontecem diálogos, sensações, percepções, reflexões, que deixam rastros no nosso mundo.(  Não que esse paralelo não seja nosso também.)
  Talvez seja o contrário: vivemos no paralelo e tocamos aqui no físico, pois penso que o paralelo é o mais forte: lá não se tem o mínimo controle e é preciso liberdade.
  Os cheiros, os sonhos, as sensações...são coisas do paralelo. relações lá estabelecidas, nunca serão quebradas.
  Agora sinto que vivo uma experiência literária comigo e talvez com alguém, no paralelo, muito mais do que no físico.
  Isso é tão maravilhoso quanto sabor de criança inventora no fim da tarde.

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Escritores precisam de estado de reformulação.
É quando a mente descansa, mas a alma inquieta e o corpo cansa.
É quando em uma pausa tudo muda na natureza lírica, em velocidade de poesia. Queira o poeta ou não, a poesia é viva por si só.
Mas depois que tudo dorme na aparência, um vento sopra trazendo um novo que sacia.
Está faltando um pedaço;
faltando um pedaço de mim...
um laço,
um amasso,
um traço,
um passo,
um maço...
qualquer aço daquele meu ferro bruto.

Domino minhas verdades.

Não tinha acabado porque eu não via o final.
não o sentia.
Então por isso, não existia.
Ele fazia um sinal divino, mas nem por isso divinava.